06/07/2008

Para pensar no seu futuro profissional.

Cadu Primola, Design pela Ufpe, enviou esse material para que fosse possível entender um pouco mais do que se pensa no Brasil sobre a formação do Designer. O provocador filme nos faz refletir de maneira verdadeira um pouco mais sobre em que universo estamos caminhando.
Logo, fazer existir a cultura do Design Gráfico extrapola "as simples" lições de classe, as primárias atividades de CTRL+c CTRL+V e as poucas páginas de edições superadas, além de autores já pertencentes ao passado oferecidas como referência por pseudos designers; entretanto não discarta o envolvimento efetivo do aspirante a Design Gráfico.

Antonio Oliveira
Colaborador e Estudante
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Repassando o que rolou aqui na lista dos Designers de Pernambuco da APD...

Abraços!

Cadu
Design Primola

É com grande prazer que os convido a assistir o documentário "A Folha que Sobrou do Caderno", realizado por Mauro Alex Rego, Alexander Czajkowski e Gabriel Costa Rodrigues, que aborda a educação de design no Brasil. O projeto contou com a participação dos professores Ari Rocha, Ivo Pons, Ivens Fontoura (UFPR), Conceição Martins (CEFET-SC), Naotake Fukushima (UFPR), Eddy Pires (Belas Artes-SP) e Alessandro Faria (UFBA), assim como de vários estudantes.

Para assistir, segue o link no google videos:
http://video.google.com/videoplay?docid=3328923649270546691

O arquivo de 100Mb, para download está disponível em: http://rapidshare.com/files/127117176/A_Folha_que_Sobrou_do_Caderno__100mb_.avi


Atenciosamente,

Janayna Velozo

RELEASE - A Folha que Sobrou do Caderno

*Todos os anos uma leva de designers se forma nos quatro cantos do Brasil e
uma pergunta inquietante não quer calar: estarão esses futuros profissionais
sendo preparados para enfrentar as múltiplas realidades do nosso país?
Existiria uma estrutura de curso ideal para formar os profissionais de
design adequados à nossa realidade? A quem interessa manter um formato de
ensino ultrapassado e ineficiente? Você já parou para pensar em seu papel
diante disso tudo?

"A folha que sobrou do caderno" é um instigante documentário resultante de
uma inquietação pessoal em congruência com uma preocupação coletiva:
precisamos discutir e reformar o ensino de design no Brasil. São colocadas
opiniões sobre modelos ideais de cursos e o papel que professores e
estudantes desempenhariam nesses modelos, bem como discussão sobre formação
tecnológica e teórica. A estrutura atual do ensino, questionamentos sobre
pesquisa e atualização tanto por parte dos professores como dos estudantes
também são abordados. A organização estudantil como transformadora da
realidade e o Movimento Estudantil fornecem o fechamento das discussões.

Em "A folha que sobrou do caderno", História, depoimentos e atitudes são os
principais ingredientes para alcançar a maior proposta do filme: PROVOCAR.*

18/06/2008

Museu do Design Gráfico


Foi inaugurado na última quarta-feira, dia 11, pela rainha Beatrix, da Holanda, o Graphic Design Museum, primeiro museu em todo o mundo dedicado exclusivamente ao design gráfico. A instituição é sediada na cidade de Breda, no sul daquele país, e inicia suas atividades com quatro exposições, uma delas sobre o design gráfico holandês dos últimos cem anos. O museu tem como missão coletar e preservar informações e conhecimento sobre a história da profissão e divulgá-la de modo acessível não só para profissionais e estudiosos da área, mas também para crianças, jovens e o público geral interessado.



Fonte da Imagem - http://www.graphicdesignmuseum.nl/nl

10/06/2008

DESIGN E DESIGNERS

DESIGN E DESIGNERS

Colaborador - Paulo Oliva - oliva_revistapronews@hotmail.com


Sou do tempo em que a denominação design, como atividade, ainda não era adotada por aqui e só podia ser encontrada nas revistas e livros importados que apresentavam projetos e artigos usados na nossa formação acadêmica como fontes de referência, de consulta e de informação.
Para os profissionais de então, influenciados pelo movimento de arte concreta, que comungavam de visão mais cosmopolita, preocupados com a cultura nacional, com o desenvolvimento econômico, com as contribuições tecnológicas a serem feitas em um país em franco desenvolvimento e, principalmente, envolvidos na formação de um mercado de trabalho, as denominações Comunicação Visual e Desenho Industrial cumpriam bem o seu papel e, aparentemente, definiam adequadamente a profissão.
À medida que a atividade foi ganhando representatividade e, por conseqüência, foram surgindo as associações de profissionais, escolas de formação específica e ainda especialistas formados fora do país voltavam para exercê-la por aqui, temos o início de um movimento de procura por nova denominação para que o mercado pudesse compreender melhor as áreas de abrangência, as interfaces e as especialidades da profissão.
No fim dos anos 80, em um encontro de profissionais em Curitiba, foi proposta e aprovada a mudança do nome da atividade e da titulação profissional para Design e Designer.
De lá pra cá, o contingente de profissionais cresceu, espalhou-se pelo país, virou profissão disputada nos vestibulares, apesar de ainda não ser regulamentada e apareceram novas especialidades como a Web e a Moda. A expressão design, por sua universalidade, passou a ser usada para diferentes significados e, em algumas vezes, de forma inadequada, como um “novo” adjetivo de qualidade ou modernidade. Por isso ocorrem as apropriações do termo design em práticas que nada têm a ver com a atividade. Para exemplificar: “Hair Designers” para salão de cabeleireiros.
Isso pode sinalizar que a designação da profissão e do profissional, adotada naquele encontro em 88, não tenha sido a mais adequada ou, dentro desse contexto de usos indevidos e desencontrados, a expressão design, da língua inglesa e sem tradução precisa para o nosso português, não conseguiu ser corretamente compreendida como denominação da atividade profissional que exercemos.
Penso que a verdadeira vocação do Design, nas suas especialidades gráficas e de produto, é o planejamento na sua amplitude maior.
O mercado ainda não percebe que fazemos parte de uma atividade profissional que cria identidades, movimenta a economia e é responsável por inúmeras contribuições tecnológicas. O Design é uma atividade criadora, técnica e inovadora por excelência, e não plástica e funcionalista como pensam alguns. O mais difícil é reconhecer que essa percepção superficial que o mercado tem para com relação ao Design pode ser conseqüência de inabilidade do conjunto dos profissionais que o exercem.
Conversando sobre esses aspectos e outros de mercado com o amigo Walter Lins Junior, editor desta conceituada Revista PRONEWS, surpreendeu-me o convite para que assumisse uma coluna mensal para escrever sobre Design e a produção dos Designers. Denominada PRO Design, pretende mostrar as nossas competências e trocar informações e experiências com os demais segmentos de comunicação da nossa região. Para isso a coluna terá duas partes: uma com texto editorial sobre questões relacionadas com o Design e Designers e outra em forma de painel, na qual serão apresentados trabalhos ou eventos ligados à atividade.
Quero, nesta primeira edição, manifestar meu maior agradecimento ao Walter pelo convite e pela sensibilidade para com as questões do Design. Agradecer também ao corpo editorial da Revista pela receptividade ao novo colaborador e pelo pronto envolvimento para com a nova coluna. Desde já me coloco à disposição para ser um canal de divulgação e de amplo debate das questões do Design em nossa região e espero a contribuição de todos para que este objetivo seja plenamente atingido.

28/05/2008

“Valorizar a Marca Brasil é um dos desafios da II Bienal Brasileira de Design”


Pensar hoje o que será discutido no amanhã, um desafio proporcionado nos debates organizados pelo Grupo de Estudos SER DESIGNER GRÁFICO.
03/04/2008
“Valorizar a Marca Brasil é um dos desafios da II Bienal Brasileira de Design”

O presidente-fundador do MBC, Jorge Gerdau Johannpeter, pretende valorizar a cultura brasileira nesta edição da Bienal que acontece de 8 de outubro a 5 de novembro de 2008, em Brasília. O Movimento Brasil Competitivo (MBC), o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) e o Governo do Distrito Federal com o apoio da FIAT, lançaram nessa quarta-feira (2/4), em Brasília/DF, a II Bienal Brasileira de Design. A exposição acontecerá de 8 de outubro a 5 de novembro de 2008, no Museu Nacional Honestino Guimarães, em Brasília.
O evento de lançamento contou com a presença do presidente-fundador do MBC, Jorge Gerdau Johannpeter; do presidente da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial, Reginaldo Arcuri; do curador da exposição, Fábio Magalhães; do governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda, e do presidente da Fiat e presidente da II Bienal Brasileira de Design, Cledorvino Belini.
Jorge Gerdau Johannpeter enfatizou a importância do design na valorização da identidade brasileira. "Valorizar a Marca Brasil é um dos desafios desta segunda Bienal. Essencial para a competitividade num mercado cada vez mais dinâmico e exigente. O design é um excelente espaço para a criatividade dos brasileiros. Em termos operacionais, nosso desafio é perpetuar este projeto tendo o design, a tecnologia e a inovação como estratégicos na construção da competitividade", declarou Gerdau.
Cledorvino Belini observou que a Fiat apóia e patrocina com muito orgulho a II Bienal Brasileira de Design, cujo tema geral é a convergência entre arte e tecnologia. "O Grupo Fiat ocupa posição de liderança em vários setores, justamente pela reconhecida capacidade de fazer a junção entre design e tecnologia, em um arco que se estende da tecnologia automotiva à arte de mestres do design, como o consagrado Giorgetto Giugiaro, designer de vários veículos do grupo", destacou Belini. Para ele, a Bienal é a oportunidade de mostrar ao Brasil e ao exterior o talento que agrega valor aos bens e serviços produzidos no Brasil.
O presidente da Agência Brasileira para o Desenvolvimento Industrial (ABDI), Reginaldo Arcuri, representando o Ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Miguel Jorge, declarou que projetos como o da Bienal de Design marcam o momento vivido pelo País. "A Bienal é parte da nova política industrial do Brasil, capaz de transformar suprindo as necessidades dos consumidores destacando a brasilidade", disse Arcuri.
O governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda, saudou o fato da Bienal acontecer em Brasília, justamente quando a cidade se aproxima do cinqüentenário. "Com 48 anos de existência, Brasília foi símbolo de mudança, pois foi inaugurada no mesmo período da revolução industrial, da construção de estradas e da interiorização do desenvolvimento. Hoje, une arte e tecnologia e mais uma vez inova e se destaca", discursou Arruda.

"O desafio na criação de um design brasileiro está na combinação de fatores externos com nossa realidade específica. O designer brasileiro, em sua visão de mundo, deve levar em consideração nossos valores e particularidades culturais, as características de nossa produção industrial e de nosso modo de consumir. Sem prescindir dos avanços tecnológicos, é a partir do domínio de nossos meios, de nossa singularidade que iremos atingir expressão com identidade própria, característica que nos fortalecerá na competição internacional, sobretudo dentro de um mundo globalizado. As Bienais de Design devem indagar também sobre os valores que apontam para a existência de uma identidade própria no design brasileiro, ou seja, para objetos com memória cultural e que, ao mesmo tempo, falem o idioma global", ressaltou o curador da II Bienal Brasileira de Design, Fabio Magalhães.

A II Bienal Brasileira de Design é uma realização do Movimento Brasil Competitivo, do Ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) e do Governo do Distrito Federal, com patrocínio Máster da Fiat Automóveis. A Bienal conta com o apoio do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae); do Grupo Gerdau; do Ministério da Ciência e Tecnologia, através da FINEP; da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI); do Ministério da Cultura, por meio da Lei de Incentivo à Cultura; e com a parceria da Escola de Design da Unisinos e TV Unisinos.

Nesta edição, a Bienal terá como foco o design industrial voltado à produção em grande escala, como produtos utilitários nas indústrias automobilística, aeronáutica, de máquinas agrícolas, de equipamentos hospitalares, assim como de produtos voltados para pequenas e médias escalas de produção, priorizando a qualidade e a execução dos projetos. Será explorada a convergência entre cultura, arte e tecnologia em prol do design para a competitividade da produção nacional. A programação prevê uma série de atividades como workshops, seminários, exposição, laboratórios, entre outras ações relacionadas ao tema. O principal objetivo é o fortalecimento da Marca Brasil, projetando a diversidade e a criatividade brasileiras no mercado interno e externo e contribuindo para o aumento da competitividade das empresas nacionais.
Outro destaque da II Bienal será o design artesanal e de jóias, produtos que já abriram espaço no mercado internacional, principalmente pelo diferencial de ter "a cara brasileira", mostrando, assim, a qualidade dos profissionais e produtos nacionais.
A primeira edição da Bienal Brasileira de Design foi realizada em junho de 2006, no espaço OCA do Parque do Ibirapuera, em São Paulo, e recebeu a visita de cerca de 35 mil pessoas, contemplando profissionais da área, estudantes, empresários e público em geral.
Fonte: Enfato Comunicação Empresarial
Enfato Comunicação Empresarial
(51) 30.261.261
enfato@enfato.com.brwww.enfato.com.br
* O conteúdo deste texto é de inteira responsabilidade da fonte citada, a quem corresponde a origem das informações citadas nesta matéria.
Fonte: Enfato Comunicação Empresarial

26/05/2008

Definitions



What is Design?Design is the identifying of a problem and the intellectual creative effort of an originator, manifesting itself in drawings or plans which include schemes and specifications.
What is Information Design? Information design is the defining, planning, and shaping of the contents of a message and the environments it is presented in with the intention of achieving particular objectives in relation to the needs of users. At this point of the development IIID is concerned with the design of visual information but it could in the future include the design of information other than visual one.
The qualities required of information designersTo design professionally information designers should
1. be able to think both innovatively and systematically
2. be as well informed as is necessary about the subject area they are working in
3. be knowledgeable about both the communicative features of the components of visual messages and their interrelationships
4. know the relevant customs, conventions, standards, regulations and their underlying theories
5. be familiar with the technical requirements of the communications media, specifically visual ones
6. be familiar with human communication capabilities with regard to perceiving, cognitive processing and responding to information using all senses
7. be able to consider the possible benefits of the communicated information to the users
8. be knowledgable about the creation of pictures and text, static and animated, as well as information other than visual one for the facilitation of task related activities and how they can be balanced to achieve optimal effects
9. be able to design information in a formal interesting and attractive way to conjure attention highly adequate to the communicative purpose of the message
10. understand to make information and information systems interactive in such a way that adjustments governed by changing requirements can be made, should this be desirable to safeguard the continuing use of the information
11. be able to communicate effecively in both their mother tongue and English
12. understand the capabilities of support sciences - such as cognitive psychology, linguistics, social and political sciences, computer science, statistics - and be able to co-operate with specialists to evaluate and improve the design of messages with due regard of different cultural sensitivities of the user
13. have a detailed knowledge of the cost factors relating to the various design stages and their implementation
14. render their services in a format that corresponds both with the value they represent to the clients and the conventions required by them15. behave in a responsible manner with regard to the needs of the target users and society as a whole.



General Information

The main concern of the International Institute for Information Design (IIID) is to contribute to a better understanding within the human community with respect to cultural and economic issues by means of improved visual communication. Special attention is paid to the potential of graphic information design to overcome both social and language barriers.

IIID endeavours to develop information design as an independent interdisciplinary field of knowledge and professional activities, to document and to make generally accessible specifically relevant information, to do research within its possibilities and in co-operation with its members and to find new ways of educating information designers.

The aims of IIID are to be achieved by interdisciplinary and international co-operation.

IIID focuses on the following subjects:
— Information design for business communications
— Information design for product development
— Information design for orientation in the environment — Information design for training and education
— Information design for the better understanding of scientific knowledge.

IIID is affiliated to the International Council of Graphic Design Associations (ICOGRADA) and co-operates with an number of other national and international organizations, interested in information design. IIID is recommended by UNESCO as a partner organization for world wide co-operation on matters of information design (Resolution 4.9 of the 28th General Conference of UNESCO, 1995, Paris).
IIID publishes its newsletter in English and communicates in English and German. Other languages will be considered, funds permitting.
Members receive ID News and participate in the international exchange of ID relevant information.


Colaborador - Antonio Oliveira

17/05/2008

CONCEITOS DE DESIGN



Agradecimentos ao nosso amigo Bruno Vasco pela indicação do site.

http://www.lsc.ufsc.br/~edla/design/etimologia.htm
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Para se fazer um bom design é necessário conhecer muito bem o produto que se está trabalhando, dominar técnicas e ter bom senso para aplicar o seu conhecimento na hora de expressar as suas idéias. Um bom designer deve saber escutar, observar e destacar coisas que pessoas comuns não percebem, deve procurar expressar suas idéias através de formas e cores, a fim de mostrar o óbvio sem ser óbvio.

Abaixo, selecionamos alguns conceitos de Designers famosos:

Projetar a forma significa coordenar, integrar e articular todos aqueles fatores que, de uma maneira ou de outra, participam no processo constitutivo da forma do produto (...) Isto se refere tanto a fatores relativos ao uso, fruição e consumo individual ou social do produto (fatores funcionais, simbólicos ou culturais) quanto aos que se referem à sua produção (fatores técnico-econômicos, técnico-construtivos, técnico-sistemáticos, técnico-produtivos e técnico-distributivos)
(ICSID, 1958)

Design é uma atividade projetual que consiste em determinar as propriedades formais dos objetos a serem produzidos industrialmente. Por propriedades formais entende-se não só as características exteriores, mas, sobretudo, as relações estruturais e funcionais que dão coerência a um objeto tanto do ponto de vista do produtor quanto do usuário.
(Tomás Maldonado, 1961)

O que se exige para poder considerar que um objeto pertence ao desenho industrial é: 1) a sua fabricação em série; 2) a sua produção mecânica, e 3) a presença nele de um quociente estético, devido ao fato de ter sido inicialmente projetado e não a uma sucessiva intervenção manual. Eis por que razão não é lícito pensar em desenho industrial em relação aos objetos pertencentes a épocas anteriores à revolução industrial, (...) em cuja base existe sempre um momento de projeto, de criação pelo desenho, e um momento repetitivo de produção mecanizada e em série.
(Gillo Dorfles, 1963)

Design é o processo de adaptação do entorno objetual às necessidades físicas e psíquicas dos indivíduos da sociedade. (...) Design de produto é o processo de adaptação de produtos de uso de fabricação industrial às necessidades físicas e psíquicas dos usuários e grupos de usuários.
(Bernd Löbach, 1976)

O desenho industrial é uma atividade projetual, responsável pela determinação das características funcionais, estruturais e estético-formais de um produto, ou sistemas de produtos, para fabricação em série. É parte integrante de uma atividade mais ampla denominada desenvolvimento de produtos. Sua maior contribuição está na melhoria da qualidade de uso e da qualidade estética de um produto, compatibilizando exigências técnico-funcionais com restrições de ordem técnico-econômicas.
(Gui Bonsiepe, 1982)

Design é a tentativa de conjugar a satisfação do cliente com o lucro da empresa, combinando de maneira inovadora os cinco principais componentes do design: performance, qualidade, durabilidade, aparência e custo. O domínio do design não se limita aos produtos, mas inclui também sistemas que determinam a identidade pública da empresa (design gráfico, embalagens, publicidade, arquitetura, decoração de interiores das fábricas e dos pontos de vendas).
(Philip Kotler, 1989)

O design é o domínio no qual se estrutura a interação entre usuário e produto, para facilitar ações efetivas. Design industrial é essencialmente design de interfaces.
(Gui Bonsiepe, 1992)

O design é uma atividade especializada de caráter técnico-científico, criativo e artístico, com vistas à concepção e desenvolvimento de projetos de objetos e mensagens visuais que equacionem sistematicamente dados ergonômicos, tecnológicos, econômicos, sociais, culturais e estéticos, que atendam concretamente às necessidades humanas.
(Projeto de Lei nº 1.965, de 1996, que visa regulamentar a profissão no Brasil)

Design é uma atividade criativa cujo propósito é estabelecer as qualidades multi-facetadas de objetos, processos, serviços e seus sistemas de ciclos de vida. Assim, design é o fator central da humanização inovadora das tecnologias e o fator crucial das trocas econômicas e culturais. (...) Design trata de produtos, serviços e sistemas concebidos através de ferramentas, organizações e da lógica introduzidas pela industrialização – não somente quando são produzidos em série.
(ICSID, 2000)

Design gráfico é uma atividade intelectual, técnica e criativa concernente não somente à produção de imagens, mas à análise, organização e métodos de apresentação de soluções visuais para problemas de comunicação. Informação e comunicação são as bases de um modo de vida global interdependente, seja na esfera dos negócios, cultural ou social. Ao designer gráfico cabe a tarefa de fornecer respostas aos problemas de comunicação de todo tipo em todos os setores da sociedade.
(Icograda, 2001)


DESIGN É ARTE, CIÊNCIA OU TECNOLOGIA?


(Design-Ciência) Design não é e nem será uma ciência. Houve muita inserção de teorias e de um desenvolvimento metodológico acentuado especialmente durante a década de 60. A tendência dessas contribuições (Teoria dos conjuntos, Teoria dos Sistemas, Teoria da Informação, Teoria da Tomada de Decisões, métodos da ergonomia psicanálise e da psicologia) era a de separar o Design da esfera das artes de aproximá-lo da ciência, aperfeiçoar as atividades e de conferir-lhe maior rigor técnico e metodológico.

(Design-Arte) Design não é e nem será arte. Não há justificativa para uma interpretação do design como uma atividade artística, supostamente intuitiva. A arte, através de seus arquétipos há muito hegemônicos (pintura, escultura, desenho etc.), não é a única possibilidade da experiência estética. O mundo do design está ligado ao da estética, mas não necessariamente ao da arte.
(Gui Bonsiepe)




Baseado no material do professor de Design da Universidade Anhembi Morumbi -
Andrej Grujic

15/05/2008

Curiosidades de Alguns Produtos

Caros Colegas do Grupo de Estudos SER DESIGNER GRÁFICO,

Visitei o blog de vocês e acho que o site www.geekchic.com.br é bem interessante.

Acho que vão gostar. Pode ser incluído entre os links recomendados.

Sérgio Coutinho
coutinho2@gmail.com

http://sociologiadodireito.blogspot.com
http://mundoemmovimentos.blogspot.com/

13/05/2008

Um pouco de História

Design também é história. Fotos antigas de Alagoas - http://picasaweb.google.com/golberylessa

Agradecimentos ao Ilustre Professor Sergio Coutinho

Colaborador Antonio Oliveira

09/05/2008

D&AD de 2008

Os ganhadores do Categoria Graphic Design
Segue o link.. posta ai pra o pessoal.

http://www.dandad.org/awards08/category.asp?category_no=21

Tem várias outras categorias também.
Vale a pena.
abraço

--

Atenciosamente,

Lucas Maia
lucas@clorus.com
Fone: +55 82 3035 2502 / Cel: +55 82 8802 8281

CLORUS CREATIVE STUDIO LTD. | www.clorus.com